Maria Amália.
terça-feira, 20 de maio de 2014
Olheiras
Maria Amália.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
O sol está lindo lá fora...
Maria Amália.
domingo, 9 de março de 2014
Amizade
Maria Amália.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Períodos de transição.
Esses dias me perguntaram "tu já tá pronta para deixar a UFRGS?" e a minha crise só piorou. Aí eu resolvo tentar outras mil coisas só para, talvez, não deixar a UFRGS. Quando eu saí da escola, eu também não me sentia preparada para tal atitude, mas eu não tinha outra saída... Outra coisa que me falaram e me deixou em crise maior foi "e o que tu vai fazer depois de te formar? ficar desempregada?" e eu quase desmoronei na crise.
Períodos de transição são tensos e o que ajuda a me acalmar é escrever. Mas é uma pena que escrever não resolve meus problemas, minhas crises, só acalma....
E quando os cabelos brancos surgirem, o que farei? Medo das minhas crises...
Maria Amália, a dramática em crise.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Ensinar é uma arte.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Poesia.
Dois anos assim, procurando a solução.
Sempre quis fazer poesias, mas nunca tive o dom. Saíram duas frases com a rima mais pobre impossível, o "ão"... Acho que a poesia é capaz de expressar o que sentimos de uma maneira forte.
Já tentei muitas vezes, mas sempre no verso livre, ou no texto corrido mesmo.
Escrever é um ponto de escape, é a forma com a qual consigo colocar para fora os meus temores, as minhas angustias.
A solução está no meu rosto,
Só me falta agarrá-la com gosto.
Tá, outra tentativa fácil de poesia. Não tá ficando lá aquelas maravilhas, mas eu só queria colocar para fora o que eu to sentido e as conclusões a que estou chegando...
Vou me concentrar
Para não falhar mais uma vez
E assim recuperar
E ver tudo com nitidez.
Desisto, poesia não é para mim. Só estava tentando expressar o que eu sinto e dizer que acho que estou compreendendo o que se passa nesse coração gelado e o porquê disso estar acontecendo.
Quem sabe um dia eu aprenda a escrever poesia, mas sei que mesmo sem sabê-la, encontro na escrita aquilo que não encontro nem nos meus amigos mais próximos. Ela não me dá conselhos e não me xinga, ela apenas me conforta de conseguir expressar o que se passa de mais perdido e fechado dentro de mim.
Maria Amália.
domingo, 19 de agosto de 2012
Não sei, mesmo.
Ok, tapa na cara, doeu e eu refleti. Eu tenho culpa por ser um pouco medrosa?
Tento dar chance e me falam "Só não vai se apaixonar por mim."
Viu só por que eu não dou chance? De que adianta dar chance para algo se não vai dar certo?
Aí vem outro e diz "Ah, mas não era a pessoa certa..." tentando amenizar a situação.
E ainda, outro diz "Acho que tu escolhe demais, tem que se abrir para 'todos' "
Oh lord, vou ali enlouquecer e já volto.
Maria Amália.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Falta de sentimentos.
Frieza. Bloco de gelo. Indiferença.
Passei da água para o vinho, ou melhor, do vinho para água.
Passei do com graça para o sem graça.
Coração não explode mais, apenas é frio.
Coração não se apaixona mais, virou um bloco de gelo.
Coração não palpita mais, apenas é indiferente.
Desaprendi a amar, ou as pessoas certas resolveram sumir da minha volta.
Minha vontade é estar sempre em casa, ouvindo música, lendo um bom livro, dormindo.
Encontrar pessoas? Para quê? Não sinto nada, apenas um pouco de conforto, carinho.
Desculpem minha falta de sentimentos, minha falta de sentimentalismo, mas eu só não consigo mais.
Razão até se esforça para fazer o coração se apaixonar, mas ele insiste em ser frio, como inverno.
Verão nunca me fez gosto, inverno sempre foi minha paixão, acho que agora entendo o porquê.
Espero que com algo extraordinário, meu coração descongele.
Estou esperando.
Espero eternamente.
domingo, 22 de abril de 2012
Tristeza + Rotina
Rotina corrói, leva a fazer as coisas sem pensar, apenas fazer. Rotina torna a vida chata, tediosa, igual.
Agora pensa no combo: Tristeza + Rotina.
Bem-vindo à minha vida.
Sou uma péssima companhia de se viver, não se aproxime.
Maria Amália.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Garganta fechada
That keeps me trusting
You are the life
To my soul
You are my purpouse
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Dormir.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Indecisão.
sábado, 26 de novembro de 2011
Sexta-feira à noite.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Rejeição.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Saudade.

terça-feira, 21 de junho de 2011
Literatura.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Possível Mudança.

Quando entramos em rítmo de aula, esquecemos de fazer o que mais gostamos, muitas vezes.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Sonho ou Realidade?
Chego ao meu quarto, é hora de dormir, mas, como sempre, olho para o lado e sinto vontade de ler, porém o livro que estou a ler atualmente não tem gerado, em mim, muito entusiasmo. Então, levanto a minha cabeça e vejo em cima de minha escrivaninha o meu bom e velho livro do Edgar Allan Poe. Abro um sorriso em meu rosto, pego o livro carinhosamente, abro na página 69, no conto “O Gato Preto”, e começo a sentir aquela sensação que só ele sabe transmitir em suas palavras: o terror. Ao terminar, todos os pêlos de meu corpo estão desestabilizados, estou totalmente arrepiada com a forma como o conto foi conduzido e levado a um final inusitado.
Deito-me e o sono não vem, fico a repensar no conto, na frieza e na forma como o gato acaba por ser quem delata o crime. Minha cabeça viaja muito, e começo a escutar os gatos e cachorros na rua, sinto medo. Tudo fica em silêncio, somente escuto o pavor de meu coração: ele bate furiosamente. Tento me acalmar, mas parece que a situação só piora: começo a ouvir passos e estão cada vez mais próximos. Portas abrem-se e eu encolho-me embaixo de minha coberta. O pavor entra em êxtase quando noto que a porta de meu quarto é aberta e uma respiração chega muito perto de mim. Penso que as batidas de meu coração vão entregar-me, não consigo sentir mais os músculos de meu corpo, não sei dizer mais em que dimensão estou, só sei que tudo se perde na imensa escuridão de meu quarto – ou seria de minha mente? Tenho vontade de gritar, mas a voz não sai, preciso sumir daqui, preciso acabar com essa angústia que está a me corroer a cada instante.
Quando me dou por mim, sinto a mão de minha mãe sob meu rosto e ela pergunta: “você está bem, filha?”. Meu corpo encontra-se todo suado e mole, mas acordado. Porém não sei dizer até onde o que eu senti foi sonho ou realidade, só sei que tudo foi muito intenso e profundo.
Maria Amália.



